segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O otimismo de Voltaire


Ao ler Cândido ou o Otimismo do grande escritor Frances  do século  XVII, François Marie Arouet, o Voltaire,  você certamente encontrar um debate profundo em se ser otimista ao extremo e ser um realista, um ser sóbrio diante das difuldades e pedreiras usando de um termo bem  coloquial, mas que na vida é inevitável. Confesso que o livro me causou reflexões principalmente porque eu viva uma fase de auto-ajuda em que todos os problemas na vida têm uma formula exata ministrada pelos autores de auto-ajuda.  E ao ler Candido, você percebe que os problemas são comuns, e que se olhar para a sua vida  ao que você viveu até o momento, encontrara familiaridade. Algumas pessoas acreditam que não deve ter problemas na vida e se os tem é porque Deus o está castigando de alguma forma. Ou então se trata de um resgate de vidas passadas. E como diria o grande Voltaire em uma carta a Rousseau:
“Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-lo”
E assim devemos encarar os problemas, com busca de uma solução que nos fortalece e nos faz entender mais a nossa capacidade nessa vida. Nada de castigo divinos. Voltaire conduz o personagem Candido a todos os atropelos da vida, mostrando como ele os encara e os enfrenta.  E se alguma vez com medo, outra sem medo por saber ser capaz de resolver. É uma boa leitura, edificante e que  no final  ele fecha com certa frugalidade.
“O que é preciso, sempre é cultivar o nosso jardim”