quinta-feira, 23 de junho de 2011

O inicio de uma paixão!


Nesse trecho do romance " Um barco Rumo ao Caribe", Lara conhece Manoel e Mateus e não consegue controlar o seu sentimento por Manoel e ele por ela. Mesmo sabendo que não poderá tocar a diante esse romance, numa viagem de cruzeiro que jamais imaginaria ser decisiva em sua vida. Romance está disponível no site. Agbook.com.br e Clubedeautores.com.br.

Alguns minutos depois desciam a Serra do Mar. Lara ia à frente ao lado de Mateus, olhando discretamente para Manoel através do retrovisor. As suas pernas eram perturbadoras de qualquer concentração. E não se podia evitar em olhar.  Realçada pela mini saia, bronzeada. Lara percebia que aqueles dois rapazes a devorava. Mas tinha presa em tomar o navio. Não podendo evitar o olhar, o jeito delicioso de Manoel.  Falaram trivialidades e um pouco de cada um. Que tinham ganhado as passagens num sorteio. Ela já tinha viajado varias vezes e que eles iriam gostar muito. Eles estavam ansiosos para isso.
     - E suas namoradas, deixaram vocês virem sozinhos!
-         Namorada!  Que isso! Quero conhecer todas possíveis nesse cruzeiro. Disse Mateus. Redimindo-se depois em sua empolgação.
-         Esses cruzeiros são cheios de surpresas. Há de tudo um pouco. Cuidado meninos!
-         Estamos indo preparados.  – afirmou Mateus.
Lara sorriu. E viu que Manoel captou o seu sorriso pelo retrovisor. Ele sorriu em resposta. Não puderam evitar. Um canal estava aberto entro os dois e com o mesmo desejo e cada olhar que não podiam evitar.
Lara guiara-os até o atracadouro. E lá estava ele, exuberante, imenso, todo branco e prata. Iluminado pela luz gloriosa do sol, que em São Paulo não tem a mesma luz. Mateus ia apreciando cada centímetro ao aproximar do porto.  Mal acreditava que entraria naquele navio.  Manoel não era diferente. Para Lara aqueles dois pareciam inexperientes em tudo, deliciosamente inexperientes.
-         Meninos obrigada pela carona! Nos vemos a bordo.

O cuidado de uma amizade.


Nesse trecho do meu romance " Um barco Rumo ao Caribe". Iago mesmo sendo desprezado pelos amigos ainda sim faz valer a sua amizade. E cuida dos dois amigos. Percebe que algo errado está prestes a acontecer. E mesmo que a viagem no navio de cruzeiro prometa muito do paraíso é preciso cuidados.
Este romance esta disponível no site. Agbook.com.br e Clubedeautores.com.br. Boa leitura.



Deram um mergulho na piscina. Depois se estenderam nas espreguiçadeiras e degustaram um delicioso martine. Claro o paraíso. Ao longe Iago os olhava discreto. Parecia que aquele garçom novamente rondava por perto olhando atento e com cautela a deliciosa preguiça de Manoel e Mateus. Iago achou melhor não aproximar. Talvez se observasse mais aquele garçom. Voltou para a sua cabine e viu Lara ser carregada pelos braços pelo comandante do navio, ainda que não soubesse o seu nome a reconheceu quando ela parecia se preocupar com Manoel quando este desmaiou ao ver que estava vivo.  Era uma mulher bonita, mas triste e naquele instante mostrava algumas lágrimas enxugadas. Iago reconheceu também o comandante que a levava forçosamente.
Não sabia o que Manoel tinha a ver com aqueles dois e o que fazia na porta da cabine daquela mulher quando o viu. Mas como dera um golpe e pensara dias e noites em montar esse golpe, apreendera a observar as pessoas e seus atos e as pessoas e seus atos podem dizer tantas coisas até mesmo pode dizer sobre aquele sentimento de desconfiança que temos quando olhamos para fatos como esse. Iago intuía que Manoel poderia estar se envolvendo com algo muito sério. Manteve-se discreto, nem mesmo comentou com Fabíola. Voltou para a cabine e ela estava pronta para o almoço, mas ele não resistiu e antes de irem para o restaurante investiram no prazer de estarem a sós e em lua de mel. 

Um barco rumo ao Caribe.

Mais um trecho do meu romance " Um barco rumo ao Caribe"disponível no site Agbook.com.br e Clubedeautores.com.br.

Manoel cuidadosamente procurou Lara. Ele sentia que um imenso liquidificador batera durante horas muito do que não entendia e do que entendia nessa vida e precisava falar com alguém como Lara. Tudo bem que o sexo ia pintar mesmo, mas depois o papo com ela era bom demais.  Ficou por algum tempo no corredor da cabine tentando ouvir algum sinal de vida lá dentro. Depois bateu. Pensou rapidamente se por acaso o seu marido aparecesse ele inventaria a desculpa de que viera ali apenas agradecer os cuidados que tiveram quando ele sofreu aquele desmaio. Tudo bem teria que ser convincente e seria. Bateu na porta mais duas vezes. E nada. Insistiu e nada. Resolveu procurá-la pelo navio foi até o restaurante, o deque, a ala onde estavam às lojas e os cabeleireiros e nada. Passou pelo bar onde pela primeira noite no navio conversou com aquele garçom moçambicano e ao vê-lo puxou conversa pediu uma bebida e discretamente perguntou se ele se lembrava da mulher que os abordou numa noite dessas.
                            -         Sim claro! Dona Lara. Pessoa excelente.
                            -         É! Pois é. Você a viu por ai.
                      -         Ainda há pouco. Foi para a cabine do comandante.
                      -         A cabine?
                      -         Sim ela é esposa do comandante desse navio. 

O tempo.


    Um dia sentado a beira de meus pensamentos algo se descompôs   em frente aos meus olhos vindo do nada , e  se compôs como o nada.
-  O que!
- Está vagando!
- Eu quero saber por que o tempo...
- Você amanheceu...
- Sim, porque dormi...
- Para viver esse amanhecer.
- Mas, se não quero esse amanhecer...
-Então não deve dormir...
-Mas é impossível não dormir...
- Não! É impossível não amanhecer...
- Por que...
- Quem sabe... Seja tudo uma corrida no tempo para saber por quê...
- Amanhecer...
- Quem sabe...
Descobri então que não dá para filosofar  longe da embriaguês.